Pegadas no Desconhecido

Triste daquele que morre....sem conhecer o motivo da sua existência...


Desde hà muito tempo que me tornei fã de séries e este gosto levou-me a conhecer várias pessoas que se dedicam a avaliá-las e a escrever as suas opiniões. Uma dessas pessoas foi o Jorge Pontes, cronista nos sites portugueses o "Portal de Séries"e "TV Universo" sendo também o responsável pelo blogger "Laboratório de Séries"Deste modo, após umas trocas de ideias com este meu amigo decidi publicado aqui parte da ideia dele quanto ao desenvolvimento da Televisão Portuguesa e a minha opinião acerca desta.


"Num panorama geral, a televisão que outrora estava morta, sem cor, sem interesse, com a viragem da década os canais como que acordaram para uma nova vida. Se por um lado temos uma RTP1 que aposta, cada vez mais, em séries nacionais, se por outro temos uma SIC que, depois de uma era negra, parece estar a entrar num Renascimento e se, por outro, temos uma TVI que está muito preocupada com a informação que transmite, todas estas situações revelam um salto de maturidade de todos os canais. (...)"

"Concordo, quando dizes que a nossa televisão tem vindo a procurar outros caminhos… caminhando para outra maturidade…

No entanto, do tempo que gasto em frente à TV apenas 20% é dedicado aos quatro canais principais, uma vez que, apesar do seu novo rumo, a televisão portuguesa continua presa entre as novelas e os programas de televisão que falam da desgraça do povo, quando deveria investir em programas informativos/educativos.
É certo que para mim o óptimo seria a transmissão de documentários, pois estes são os programas de topo na temática informativa/educativa mas tenho a certeza que estes nunca irão existir em grande quantidade na programação da nossa televisão sendo apenas transmitidos na RTP2 e na SIC (BBC vida Selvagem). No entanto, cada vez mais, são inventados programas com fins educativos que servem perfeitamente para toda a familia, é seu exemplo, a nova aposta da SIC, o “Peso Certo”, baseado no programa Americano “The Biggest Loser”, que procura sensilibizar as pessoas quanto a um dos maiores problemas da humanidade, a Obesidade (Considerada a Epidemia do Séc- XXI). Sou sincera… Tornei-me uma grande fã deste programa e acho que o povo português não lhe vai ficar indiferente.
E é destes programas que precisamos…o nosso pais precisa de se educar a si próprio ou não sei onde vamos parar. Sim… porque falam mal do Governo porque não investe na educação do pais (o que é verdade) mas também não vejo os jovens procurarem saber mais e desenvolverem o seu conhecimento.
Limitam-se a ficar sentados à frente da TV…

Por isso, considero que a televisão é importante e que deveria procurar educar. É certo que muitos não iriam gostar das mudanças… porque uma novela é mais interessante do que estar a aprender que um Ganso-Patolas (animal da fauna portuguesa) não possuí narinas e que repira por fendas existentes no seu bico.Mas como diz um velho ditado “Primeiro estranha-se, Depois entranha-se”."






O meu post de hoje não vai tanto ao encontro do habitual, mas ao ter conhecimento do que em seguida irei relatar não pude deixar de dar a minha opinião quanto a este assunto: Plágio.





Se existe algo que me tira do sério é sem dúvida pessoas que se aproveitam do trabalho de terceiros.Sigo regularmente alguns blogues dedicados a livros, onde podemos encontrar opiniões, lançamentos entre outros. Um desses blogues, e talvez aquele que siga há mais tempo, é o Estante de Livros.

E qual não foi a minha surpresa ao saber que, uma vez mais, voltaram a plagiar o trabalho desenvolvido nesse blog.Tal acto é na minha opinião vergonhoso, pois se as pessoas não tem capacidade para escrever as suas próprias opiniões então pura e simplesmente nem deveriam ter blogues dedicados a livros, mas se os têm deveriam aprender a respeitar os outros não tirando partido do trabalho desenvolvido por estes.É complicado para nós, que gastamos tempo e paciência para manter os nosso blogues fieis ao que somos, depararmo-nos com o trabalho desenvolvido por nós noutros blogues como se este tivesse sido feito por eles, tendo estes apenas tido o trabalho de fazer copy-paste. É claro que sabemos, desde o inicio, que ao termos um blog estamos sujeitos a que este tipo de situações aconteçam, mas temos esperança em que os nossos leitores tenham respeito e valorizem o nosso trabalho.

Deste modo, gostaria de expressar o meu apoio e solidariedade aos coordenadores do blogue Estante de Livros e espero que estes actos não façam com que deixem de fazer o seu sempre excelente trabalho que muito gosto de seguir .




Desde a nossa infância que somos ensinados a agradecer, dizendo “Obrigado” quando alguém faz algo por nós. E assim fazemos durante toda a nossa vida… limitamo-nos a dizer uma única, e só, palavra para que não fiquemos em “dívida”com o outro.

E tudo isto tem vindo a tirar todo o significado da palavra “Obrigado” e o sentimento que nela deveria existir, uma vez que, muitas vezes nem nos apercebemos do quão importante foi o que fizeram por nós e agimos como se aquela única palavra pagasse o que fizeram por nós.
Por isso, hoje, quando me dizem “Obrigado” é como se não me agradecessem e mais valia não me dizerem tal palavra… pois prefiro que não me agradeçam no momento mas que guardem esse sentimento no coração, para que um dia estejam ao meu lado quando eu precisar e assim, retribuir pelo o que fiz por eles.


Dito desta forma, pode parecer que só fazemos as coisas pelos outros para que um dia possam estar ao nosso lado, mas se reflectirmos sobre o assunto percebemos que o relacionamento humano é mesmo isso… estarmos ao lado dos nossos amigos quando estes mais precisam e esperamos que um dia eles também estejam ao nosso lado quando precisarmos. E acreditem é uma grande dor quando percebemos que não temos ninguém ao nosso lado quando já tivemos ao lado de muitos nas horas em que necessitavam de um ombro para chorar.

Assim, todos deveríamos, sempre, lembrar do que fazem por nós e não somente limitarmo-nos a dizer uma palavra cujo verdadeiro significado se perdeu no tempo.


Os livros são os túmulos dos que não podem mrrer

(book are like coffins for those who can't die)

Depois de muito tempo separada deste mundo, onde tenho a coragem de expressar os meus sentimentos, decidi aqui colocar as palavras que me fizeram olhar de outra forma para a humanidade.




Numa breve entrevista, foi perguntado ao Dalai Lama o que mais lhe surpreendia na humanidade.

Tendo este respondido o seguinte:



"Os homens... pois perdem a saúde a juntar dinheiro e depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.

Por pensarem ansiosamente no Futuro, esquecendo-se, assim, do Presente, de tal forma, que acabam por nao viver nem o Presente nem o Futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer, mas acabam por morrer como se nunca tivessem vivido."



Passaram 3 anos, desde a primeira vez que ouvi estas palavras e nunca me esqueci delas...


A incerteza pode ser traidora, pois um simples medo de arriscar...

faz-nos perder o que tanto queriamos conquistar...


Muito tempo passou...
Desde o dia em que tudo começou,
Desde que o sonho se formou.

Por ele lutaste,
Choraste,
Sacrificaste,
Mas nunca desististe...

Marcaste-me...
Tornaste o teu sonho, o meu sonho.

Apesar de pouco,
Fiz tudo o que podia para te ajudar,

Acreditei em ti,
Mesmo quando tudo parecia impossível, irreal...
Nunca me arrependi de te ter acompanhado nesta jornada,
E o que muitos denominaram de tempo perdido...
Foi para mim, o tempo que me fez crescer.

Hoje... o sonho está prestes a realizar-se,
O impossível tornou-se possível...
e a Estrela nascerá...

Não existem palavras que descrevam o que sinto,
O orgulho por ti reina no meu coração,
O desejo que seja este o inicio de tudo, sufoca-me...

Nunca desistas de tudo o que sonhaste,
Luta por aquilo que tu és...

Agradeço-te por permitires que faça parte da tua vida,
Onde nunca me arrependi de ter entrado!